Mobiliário: o coração do escritório do futuro

Se tivermos em conta as tendências para os escritórios em 2026, há um fator que ocupa, sem margem para dúvidas, o topo das prioridades: a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

Longe vai o tempo em que o mobiliário, a iluminação, os materiais ou a qualidade do ar se cingiam ao essencial. Hoje, tudo é pensado ao pormenor. O mobiliário é ergonómico, os materiais são tácteis e acolhedores, com preferência por texturas naturais como a madeira ou os tecidos. O conforto acústico ganha protagonismo, com o uso crescente de soluções acústicas que não só tornam os espaços mais agradáveis, como garantem uma melhor insonorização.


↑ ergonomia e materiais naturais são elementos essenciais nos escritórios

Por isso na Paris:Sete depositamos o maior rigor na escolha de peças para um determinado projecto.  Conhecemos o mobiliário ao mais ínfimo pormenor para desta forma chegar à melhor solução. 


↑ os espaços multifuncionais permitem uma grande flexibilidade

Sempre que a luz natural não é uma opção, a iluminação torna-se regulável e adaptável às mais diversas situações. A ideia é simples: queremos estar no escritório sem sentir que estamos, de facto, num escritório. Oa materiais naturais ajudam a criar essa ligação ao exterior, trazendo equilíbrio e serenidade aos espaços de trabalho.
Embora o bem-estar seja central, há outros aspetos que não podem ser ignorados. Os escritórios do futuro pedem espaços multifuncionais e flexíveis, capazes de se adaptar às necessidades de cada momento: promovendo o trabalho em equipa, mas também oferecendo áreas de concentração para quando é preciso foco absoluto.
Os modelos híbridos, que conciliam trabalho presencial e teletrabalho, revelam-se mais eficazes. Se a tecnologia está disponível para simplificar processos e melhorar a experiência de trabalho, faz todo o sentido colocá-la ao serviço das pessoas.


↑ espaços com elevado conforto acústico e iluminação cuidada permitem uma maior produtividade

A felicidade no local de trabalho promove a produtividade. E se o desafio passa pela criatividade, então os espaços devem refletir essa vontade de dar asas à imaginação.
Ser apenas bonito já não chega. Os escritórios de hoje precisam de estar um passo à frente. Só assim é possível contrariar a tendência do quiet quitting e criar ambientes onde as pessoas não estão apenas porque têm de estar, mas porque querem estar.

Pensando nos melhores espaços, a Paris:Sete oferece um completo serviço de apoio a projetos. Fale connosco.

TAGS: